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3 descobertas que trarão sucesso nos exercícios em casa

Um estudo financiado pela National Science Foundation estudou 61 pesquisas e identificou 3 coisas comuns de pessoas com mentalidade de sucesso e lógico, vamos trazer isso para a nossa realidade. Os treinos em casa.

Muito frequentemente as pessoas se dirigem a mim e falam que nao conseguem fazer isso ou aquilo. Que perdem a motivação e tal. 

Já se perguntou como anda a sua mentalidade? A sua força de vontade e que muito provavelmente você precisa virar a chave para conseguir executar treinos de forma regular e obter resultados potentes?

Aqui vamos falar sobre as 3 descobertas científicas que podem te ajudar nessa luta.

1. Sentimento de pertencimento

Vou me reportar a época da escola. Quando eu estudava e frequentava o movimento estudantil, e naquela época eu acreditava que esse tipo de movimento poderia melhorar a minha escola era movida pelo sentimento de pertencimento. Ou seja: eu pertenço, eu faço parte daquele lugar e por isso desejo que ele seja um lugar melhor.

O mesmo acontece com os treinos. Quando você muda a chave e começa a ver o exercício físico como algo que faz parte de você, como dormir, comer… você ativa esse sentimento. Concentra aqui. Você começa a agir como se a prática de exercícios físicos é condição essencial para sua sobrevivência, saúde e bem estar.

2. Outra é a Habilitando uma “mentalidade de crescimento”

É o que as pessoas chamam de Mindset. Ou seja, a mentalidade de que você não precisa nascer com aquele dom, mas que você pode desenvolvê-lo. Adotar a crença de que a inteligência não é um atributo fixo – mas que você pode fortalecer pelo uso, como um músculo – quanto mais você usa, mais você fortalece. Quanto mais você treina, mas você vê resultados, melhora e se auto estimula. Na pesquisa dos 61 estudos, 75% descobriram que adotar uma mentalidade de crescimento melhorava os GPAs dos alunos.

3. Ter objetivos e valores claros.

O estudo comprovou que as pessoas que tiverem sucesso, são aquelas que sabem onde exatamente querem chegar alinhados a valores pessoais e humanos. Respeito, Amor, honestidade, solidariedade, cuidado e eu colocaria “auto” em tudo. AutoCuidado, Autorrespeito e por aí vai. O amor: para que valor melhor do que esse. Amor próprio e amor ao próximo. Isso nos move. Já falei várias vezes, o amor que tenho por mim e por meu filho, pela minha família, mudou tudo. Me motiva todos os dias a ser a melhor, com boa saúde… já disse. Quero viver 100 anos. 

Os valores nos ajudam a não sair do bom caminho e seguir focada no objetivo de cuidar do bem estar. 

Mas tudo isso não é fácil de conquistar. Longe de mim afirmar isso. Mas de acordo com os estudos e eu acredito e pratico isso, é que geralmente incluir exercícios práticos que poderiam usar para melhorar seu senso de pertencimento, a adoção de uma mentalidade de crescimento e a adesão aos valores essenciais são praticar “exercícios breves de escrita. Elas podem aprimorar essas competências intra e interpessoais”.

Escrevam, quando se escreve e se lê, você se escuta. Você sai do âmbito do pensamento e vai para a prática. O artigo que li para fazer esse vídeo cita escritor Flannery O’Connor que diz: “Escrevo porque não sei o que penso até ler o que digo”.

Quando você escreve você se ouve e se ouvir muitas vezes é o que você precisa. 

Por exemplo, os alunos que foram obrigados a “escrever sobre a relevância dos tópicos do curso para sua própria vida ou para a vida de um membro da família ou amigo íntimo” tiveram um desenvolvimento positivo. Outro remédio envolveu o que parece um pouco de manipulação benevolente – fazendo com que os alunos se sintam mais à vontade no campus, fazendo com que escrevam histórias e reflexões que “enquadram as adversidades sociais como comuns e transitórias”.

Simplificando, fazê-los escrever de uma maneira que enfatize que todo mundo se sente deslocado às vezes, e que a maioria de nós consegue superar isso, melhorará a situação. E isso sugere que fazer um esforço consciente para examinar essas crenças, talvez por meio de diário ou outros exercícios escritos, pode ajudar a internalizá-las.

Como disse certa vez o escritor Flannery O’Connor: “Escrevo porque não sei o que penso até ler o que digo”.